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A DRAP Algarve no combate à praga Trioza erytreae, tem vindo a realizar periodicamente largadas com o parasitóide Tamarixia dryi, específico da praga Psila africana dos citrinos, em colaboração com a DGAV e a Junta da Galiza (Espanha).
A última largada foi realizada no dia 14 de setembro, em locais onde a praga se encontra presente, nos concelhos de Aljezur e Vila do Bispo.
Trata-se de uma importante medida de luta contra esta praga severa da cultura dos citrinos, com o intuito de contribuir para a sua limitação natural.
 
 

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O Governo reforça o apoio aos agricultores afetados pelos incêndios com um montante de 500 mil euros, proveniente da conta de emergência da proteção civil. Este apoio acresce aos 490 mil euros, cujo pagamento já foi efetuado, provenientes do orçamento do Ministério da Agricultura e da Alimentação, totalizando assim 1 milhão de euros destinados aos produtores afetados pelos incêndios rurais.

Pretende-se, assim, apoiar a alimentação dos animais das espécies bovina, ovina, caprina e equídeos, face aos danos provocados pelos incêndios, nomeadamente a destruição das pastagens.

Podem beneficiar deste reforço de apoio as unidades de exploração económica, previstas no n.º 1 do artigo 2.º da Portaria n.º 205 -B/2022, de 16 de agosto, na sua redação atual, que ainda não tenham sido objeto do apoio nela previsto.

Os produtores pecuários podem candidatar-se a este apoio extraordinário no Portal do IFAP ( https://www.ifap.pt/ ) a partir desta terça-feira, 13 de setembro, e até às 23:59 horas, de dia 19 de setembro.

A atribuição dos apoios compete à estrutura de coordenação e controlo composta por um representante de cada uma das seguintes entidades:

a) Secretária de Estado da Proteção Civil, que coordena;

b) Secretária de Estado do Orçamento;

c) Secretário de Estado da Agricultura;

d) Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC);

e) Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I. P. (IFAP, I. P.).

O procedimento administrativo adotado continuará a permitir agilizar a rapidez de pagamentos, tendo em vista responder às necessidades prementes dos produtores.

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Guias de orientação do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) para Portugal já disponíveis online

Foram hoje divulgados, no site do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP) www.gpp.pt, os guias orientadores referentes às medidas e instrumentos disponibilizados pelo Plano Estratégico da Política Agrícola Comum em Portugal (PEPAC), para o período 2023 a 2027, em particular no que respeita às intervenções com início em 2023, dirigidas ao continente.
 
Sendo Portugal um dos primeiros Estados Membros a receber a aprovação da Comissão Europeia, no passado dia 31 de agosto, decorre agora a operacionalização do PEPAC português, cujo início está previso para 1 de janeiro de 2023.
 
Nesse sentido e marcando o início dos trabalhos de implementação do Plano Estratégico da PAC, a Ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, presidirá, a 19 de setembro, a uma reunião do Conselho de Acompanhamento da Política Agrícola Comum. 
 
Este é um órgão consultivo, constituído por um Painel de Peritos, por uma Comissão de Representantes do setor, que inclui as Confederações, e pelos representantes dos governos regionais dos Açores e da Madeira.
 
O Ministério da Agricultura e da Alimentação vai realizar, a partir do início do mês de outubro, a apresentação pública do PEPAC, que inclui reuniões de trabalho com o setor e os agentes do território. 
 
«Vamos fazer a apresentação pública do plano estratégico nacional com sessões de esclarecimento. O PEPAC é determinante para o futuro da Agricultura portuguesa, para uma gestão ativa e sustentável do nosso território e que nos convoca a todas e a todos para participarmos na sua plena implementação. Queremos uma agricultura mais competitiva, com uma distribuição mais equitativa dos apoios, que valorize a pequena agricultura e contribua para a transição ecológica», reforça a Ministra Maria do Céu Antunes. 
 
Estas sessões terão lugar nas regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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Supressão da zona demarcada para Xylella fastidiosa em Luz de Tavira e Santo Estevão (concelho de Tavira).

As medidas adotadas na região do Algarve para a erradicação e prospeção intensiva, realizadas na zona demarcada para Xylella fastidiosa, levadas a cabo pelos serviços oficiais, demonstraram que a bactéria se encontra erradicada, pelo que se procedeu à supressão da zona demarcada de Luz de Tavira e Santo Estevão (concelho de Tavira), através do DESPACHO N.º 60/G/2022. Esta situação será objeto de notificação no EUROPHYT, na Comissão Europeia e restantes Estados membros dando nota desta supressão.

Esta medida resultou de intenso trabalho realizado pela área da inspeção fitossanitária da DRAP Algarve, em estreita colaboração com a DGAV e os Operadores Económicos - Viveiros / gardens envolvidos. Tal supressão vem desbloquear as medidas de restrição que tinham sido aplicadas na sequência da deteção da bactéria Xylella fastidiosa, numa planta ornamental “alecrim”, em julho de 2021, as quais implicavam fortes restrições na produção / comercialização de determinadas espécies de plantas ornamentais e de fruteiras e severos constrangimentos num setor da produção agrícola do Algarve tão importante do ponto de vista económico, inclusive pela sua forte componente exportadora, e social face ao emprego gerado.